quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Hatchback


O hatchback ou simplesmente hatch é um design automotivo que consiste num compartimento de passageiros com porta-malas integrado (diferentemente do modelo sedan), acessível através de uma porta traseira, e o compartimento do motor, à frente.

Os hatchbacks são também chamados de três-portas (quando têm duas portas mais a porta traseira) ou cinco-portas (quando têm quatro portas mais a porta traseira).

Normalmente esses modelos são identificados pois o porta-malas e a janela traseira do automóvel são numa única parte.

Os hatchbacks são identificados principalmente entre os modelos de carros econômicos.

Metanol e Nitrometano A Comparação Entre Combustíveis


Cada vez mais os equipamentos de preparação já não estão dando mais conta do que os clientes vão buscar nas oficinas. Foi o tempo em que as pessoas queriam um kit turbo básico, apenas para brincar, e com a competição dos "Rachas Legalizados", nos autódromos só tem feito a procura pela performance crescer.

Hoje não vamos falar apenas de equipamentos de alta performance, vamos falar de "Metanol E Nitrometano".

Antes de mais nada, temos o dever de lembrar, que essa "solução" só deve ser usada em carros de competição, até porque ficaria totalmente inviável o uso em carro de rua.

A utilização de aditivos e combustíveis especiais podem aumentar a potência de um motor em até 30%, sendo que dependendo do aditivo podemos aumentar esse número um pouco mais.

E não podemos esquecer também, dos aditivos que funcionam como antidetonante, evitando assim a detonação antecipada (pré-ignição), que em motores MUITO alterados e preparados pode ser fatal, independentemente de qualquer circunstancia.

Aqui vamos apenas dar uma ampliada no seu conhecimento em relação à esses dois combustíveis exóticos e voláteis ( AVGas ) que vai servir apenas como uma comparação. O Metanol e o Nitrometano essa mistura sim, vamos ampliar e colocar um pouco do nosso conhecimento ( adquirido em pistas ) aqui para vocês.

Uma marca registrada nossa, é antes de mais nada já mostrar as vantagens e desvantagens de cada serviço, isso ficou claro na nossa última seção criada ( Fazer ou Não Fazer ), onde colocamos os equipamentos de alta performance, e abaixo uma lista do que provoca de melhora no motor, e no final, os itens mais importantes de porque fazer esse serviço, e de porque não fazer.

Pois bem, vamos começar com uma base, uma compreensão de como funciona o motor de competição em relação a termodinâmica.

Um dos principais fatores que influem na definição do combustível que usamos em carros de competição ( isso também engloba o aditivo ), é a relação da compressão, sim, a taxa de compressão. Vamos dar um exemplo, se temos um motor que trabalha com a relação de 10:1 quer dizer que a mistura vai ser comprimida a um décimo de seu volume antes da ignição. Mas calma, na prática temos ainda uma pequena alteração de temperatura resultante dos resíduos de combustíveis que ainda não foram queimados ( ou expulsos ) e estes sim, pré-aquecem a câmara de combustão fazendo assim um ciclo vicioso, consequentemente isso vem a prejudicar o motor, causando os famosos "grilos"

As griladas já falamos antes de algumas matérias, mas nunca é demais lembrar, elas significam que o motor está antecipando por algum motivo a ignição.

Os motivos podem ser :

- excesso de carvão na cabeça do pistão

- alimentação pobre

- ponto incorreto

- pressão de combustível incorreta

- avanço incorreto

- problemas com a regulagem do carburador e/ou I.E

Vale a pena lembrar, que essa grilada é fatal porque ?
Porque em carros muito preparados, infelizmente algumas vezes não dá tempo de escutar, muito menos se quer tirar o pé, e ai a quebra é a única certeza. Sorte quando se vai apenas uma junta, agora pior mesmo é quando se vai um jogo de pistão.

Vamos a melhor parte, a comparação dos combustíveis.

A gasolina de avião possui um poder calorífico muito maior que o álcool, agora veja bem do que estamos falando, para depois não mandar e-mail dizendo que falamos besteira, estamos falando de "Poder Calorífico" e não de "OCTANAGEM". Continuando, vamos dar um exemplo, em unidade térmica britânica, a gasolina alcança 19,00 em seu peso, já o álcool fica com 8100 de peso calorífico ( esses dados foram colhidos na internet ). Agora você deve estar pensando " Ta, legal, e o que isso muda a minha vida, ou o que significa?"

Isso significa que a gasolina queima mais facilmente que o álcool, então podemos usar uma taxa de compressão menor, tendo em vista que o álcool necessita mesmo de uma taxa de compressão elevada, e de uma mistura mais rica ainda na relação ar/comb. Mas em contra partida, a gasolina como vimos, aquece mais do que o álcool que por si só já possui poder refrigerante.

Uma gasolina com 100 octanas ( AVGAS ) detona mais fácil, porém apresenta limitações em relação a taxa de compressão, causando um limite as vezes de uma taxa elevadíssima como em um carro de competição por exemplo.

Pois bem, estávamos falando de gasolina de avião, e não de solvente que muitos postos de combustíveis vendem. Alias, falando em gasolina, outro dia li no jornal que o Brasil é um dos únicos paises que exporta gasolina especial de alta octanagem, mas vende para seu povo aquela porcaria que é mais que batizada, é cada coisa que temos que saber que dá até nojo de saber onde estamos... enfim, não podemos mudar isso, não sozinhos.

Vamos recapitular o que já vimos até então,
O álcool tem maior poder de refrigeração, permitindo que a quantidade de comb. e oxigênio seja maior e consequentemente a admissão de mais comb. e oxigênio, que quando são entregues a uma taxa de compressão maior, teremos então mais potência. Quem vive sempre em pistas, certamente já deve ter visto isso, mas para quem não tem o costume de ir a pistas, vamos falar agora, quando se vai a uma competição de carros por exemplo uma arrancada, não é raro ver alguns coletores de admissão congelados quando usam álcool de combustível. Essa diferença entre o poder de refrigeração é enorme. Alias, mudando um pouco de assunto, na verdade complementando, você já viram onde as vodkas são guardas ? No freezer, e elas nunca congelam certo ? Acho que deu pra pescar o que quero passar com isso.

gasolina tem 135 BTU, já o álcool possui 472 BTU, só este fato você deve imaginar que já traz vantagens monstruosas não é mesmo ? Então, creio eu, que já podemos dar como encerrada essa parte de comparação de um combustível para o outro correto ?

Shutt estréia no mercado de som automotivo



Ao todo, são cinco tipos de amplificadores e sete de alto-falantes

A Shutt, marca de acessórios automotivos, acaba de investir em uma nova linha de produtos. Trata-se da hi-Spec Audio, composta num primeiro momento por cinco tipos de amplificadores e sete de alto-falantes.

Na linha de amplificadores, há os modelos DClass 4.8 v4 e 7.2 v2, com potência de 1 800 watts a 3 600 watts, respectivamente. Ambos contam com som digital e dois canais de áudio. Há também a linha MFT, com três produtos: o 1.6w v4 de 800 watts, o 1.8w v3 de 900 watts e, por fim, o 2.0w v2, de 1 000 watts.

Já para a linha de alto-falantes, são cinco modelos de 12” de diâmetro, com a potência de 300 watts em dois deles, 600 watts em outros dois e um com 800 watts. Os modelos são feitos de cone de celulose não prensada, suspensão de borracha, que, aliados à bobina de classe térmica 220º C, asseguram eficiência ao modelo, de acordo com a Shutt.

Hugo Passarelli

Os carros da moda





Dois primos completam 18 anos e compram Hilux e New Civic para equipá-los com rodas de 22” e 20”, respectivamente

Um passeio pela noite de Curitiba, PR, é o necessário para perceber que o estilo DUB está em alta por lá. Carros de grande porte com rodas cromados estão por todos os lados. Os primos Rafael e Elio Gobor, de Campo Largo, cidade próxima à capital, se tornaram adeptos do estilo. Rafael é figura conhecida na Maxi Tuning, pois é dele um Subaru Impreza mostrado por aqui. Elio aparece pela primeira vez para mostrar seu carro de uso diário.

Bastou completar 18 anos, que Rafael decidiu utilizar seu Impreza apenas em provas de track days organizadas pelo seu site, o RacingArt. Depois de algumas conversas com seu pai, ele escolheu comprar um Civic LSX 2007 zero quilômetro, para ser utilizado no dia-a-dia. “Quando vi o New Civic, decidi comprar um. Escolhi o branco, pois existem poucos dessa cor na região”, conta. Elio também chegou à tão sonhada idade “da CNH”, e fã de carros grandes, optou por um Hilux SRV 2006 preto.

Por pouco tempo os carros da dupla permaneceram originais. Logo, os dois encostaram na loja Rally Som, da capital paranaense, para trocar as rodas. Rafael adquiriu “redondas” Niche, modelo Shaz, de 20”, equipadas com pneus Yokohama S Drive 225/35. “Logo no primeiro dia, acertei uma ‘tartaruga’ na rua e um pneu rasgou. Tive que desembolsar mais um pouco para comprar outro pneu”, relembra.

Com um carro maior em mãos, Elio escolheu rodas de 22”, da Black Hino, modelo Burst, calçadas com pneus Toyo 285/45. “Por incrível que pareça, não alterou muito a dirigibilidade. É necessário tomar muito cuidado com os buracos, qualquer erro e eu posso estragar as rodas”, explica.

Ambas as suspensões permanecem originais, Elio não pretende rebaixar a picape para não comprometer sua utilidade. Rafael, no entanto, aguarda a chegada de molas Eibach para rebaixar seu Civic. Externamente, ele instalou um kit xenônio Promax de 8 000k. Em uma viagem aos Estados Unidos, a dupla trouxe badges da marca de rodas TIS, com os números 20” e 22”, que se referem ao aro de cada carro. “Qualquer carro desse estilo nos Estados Unidos tem esses apliques nos pára-lamas, aqui no Brasil ainda são poucos”, explica Rafael.

Fã de hip-hop, a música predileta de quem acompanha o estilo, Rafael providenciou um DVD-player JVC, modelo KW AVX800, do tipo double din, com tela de 7” sensível ao toque. O som permanece original, mas por pouco tempo. “Faz pouco tempo que estou com o carro, em breve ele volta para a Rally pra fazer um sistema completo”, conta. Elio escolheu o sistema de som como prioridade e instalou dois subwoofers JL Audio de 8”, em caixas seladas, montadas atrás dos bancos traseiros. Quem empurra a “fábrica de graves” é um amplificador Rockford Fosgate, modelo Punch 400, de 400 W RMS.

Em uma volta com a dupla pela noite curitibana, é perceptível o sucesso feito pelos carros. “Andamos sempre em comboio com estes dois carros ou mais”, conta Rafael, que devido à beleza de seu carro e a Hilux de seu primo, tem vaga garantida na porta das melhores baladas paranaenses. Da moda!


Ricardo Tadeu

Imagens Bruno Guerreiro

Boa Idea!




Quando conheceu a minivan da Fiat, administrador idealizou um projeto que se tornou real com rodas 18”, suspensão rebaixada e som pesado

Enquanto rolava uma seção de fotos para Maxi Tuning, o administrador de empresas Yussef “Careca” Burtet, começou a olhar o Fiat Idea da equipe de reportagem com bons olhos. “Foi a primeira vez que olhei esse carro em detalhes. Logo idealizei um projeto na minha cabeça”, relembra.

Depois da paixão a primeira vista, Careca decidiu cancelar o negócio fechado com uma Saveiro e adquiriu um Idea 1.4 2006, com 14 000 km rodados. O mesmo ficou original por pouco tempo, até Careca encostá-lo na oficina onde ele é gerente, a Nota 10 Suspensões, de Curitiba, PR.

Careca optou por instalar um sistema de suspensão a ar básico, do tipo frente e traseira. Quatro bolsas de ar tratam de “escolher” a altura do Idea, enquanto seis solenóides formam o sistema de estabilidade. “Colocamos uma em cada ponta de eixo e um no centro de cada eixo. Eles evitam que o carro ‘flutue’ nas curvas”, explica o proprietário.

As rodas originais de 14” deram espaço para réplicas da Lamborghini Gallardo, da Sportiva, de 18”, calçadas com pneus Hankook 215/35. “Ando com o carro um pouco abaixo da altura média. Para mim, é confortável e fica bonito”, comenta. Indagado se é possível andar totalmente baixo, Careca brinca: “Claro! Só não faz curva”. Por fora, o administrador evitou mais modificações. “Apenas instalei um kit xenônio de 8 000 k nos faróis alto, baixo e milha”, explica.

Em busca de um sistema de som multimídia, Careca decidiu encostar seu Idea por uma semana na loja MC3 Audio System, também da capital paranaense. O painel abriga além de três instrumentos Metrika, de monitoramento da suspensão a ar, a unidade principal do projeto, um DVD-player Pioneer AVH-P5900, com tela deslizante de 7”. Médio-graves e agudos são reproduzidos por meio de dois kits duas vias Bravox, de 6” na frente e 5” na traseira.

Sobre o painel, estão dois tweeters, enquanto a dupla de midbass está instalada nos locais originais das portas. Na traseira, todos os equipamentos do segundo kit (tweeters, midbass e crossovers) dividem o espaço original na parte inferior das portas. No porta-malas está o grande destaque do sistema: um subwoofer MTX de 15” e 1 500 W RMS. Pesando 37 kg, ele ocupa uma caixa selada, feita de madeira MDF e fibra vidro. É dele que vem graves potentes para satisfazer Careca e tremer toda a carroceria da minivan.

Ao lado do subwoofer, permanece um amplificador MTX 8502, de 1 000 W RMS, que potencializa ainda mais as freqüências baixas do som. Quem “sustenta” os kits é o outro amplificador MTX, de 750 W RMS e quatro canais, montado sob o banco traseiro. “Fiquei bem satisfeito com o sistema, pois eu buscava graves fortes para ouvir muito hip-hop”, define Careca.

Segundo ele, o próximo passo é a troca do motor 1.4 8V de 81 cv, que permanece totalmente original. “Pretendo colocar o motor da versão 1.8 e turbina-lo” almeja. Enquanto o novo propulsor não vem, Careca desfila com o Idea pelas ruas da capital paranaense e orgulha-se: “Esse é um dos poucos Idea modificados do Brasil”.


Ricardo Tadeu

Imagens Bruno Guerreiro

domingo, 3 de janeiro de 2010

O Fusca No Brasil


O primeiro Volkswagen brasileiro foi lançado em 1959, obedecendo, com poucas modificações, ao do projeto de Ferdinand Porsche, lançado na Alemanha vintes anos antes.

A origem do nome Fusca está relacionada com a pronúncia alemã da palavra Volkswagen. O nome da letra V em alemão é "fau" e o W é "vê". Ao abreviar a palavra Volkswagen para VW, os alemães falavam "fauvê". Logo que o Fusca foi lançado na Alemanha, ficou comum a frase "Isto é um VW" ("Das ist ein VW"). A abreviação alemã "fauvê" logo se transforma em "fulque" e "fulca". "Desde que começaram a circular os primeiros Volkswagens, em 1950, também apareceu a corruptela da palavra Volkswagen passando pela influência da colônia alemã".Alexander Gromow explicou isso para o Jornal do Brasil de 7 de agosto de 1993.

Em Curitiba se fala "fuqui" ou "fuque" e em Porto Alegre é "fuca".
Mas em São Paulo, talvez por uma questão de fonética, acrescentaram o "S" na palavra e o Volkswagen acabou virando o FUSCA.

Em 1967, a Volkswagen adota um motor de 1.3 no lugar do antigo 1.2
Nas propagandas, apareciam os carros com uma cauda de tigre saindo da traseira em alusão a maior potência (44cv contra os antigos 36cv). Vale notar que durante esta época o Fusca gerou vários derivados no mercado nacional, tais como o Vw 1600, o TL, a Variant, o Karmann Ghia TC, o SP2, a Variant II, o Brasília e o Gol.

A partir de 1973 o carro passou a contar com uma entrada de ar no capô dianteiro, que chegava ao interior do carro através do painel e saía por aberturas atrás dos vidros laterais traseiros, as populares "orelinhas". Muitos pensam que sua função é ventilar o interior do carro quando, na verdade, é o inverso. O fusca 1500 durou de 1970 até 1975.

Em 1974 foi introduzido o "Bizorrão", o fusca 1600-S com carburação dupla, que desenvolvia 65 cv SAE, tinha volante de direção esportiva de três raios, rodas aro 14 e painel com marcador de temperatura, relógio e amperímetro. Em 1977, o fusca aparece com mudanças estruturais, comando do limpador de parabrisas na chave de seta e barra de direção retrátil, que protege o motorista em caso de choque frontal.

Em 1978 ocorre uma mudança no bocal do tanque, que passa para a lateral direita do carro. O interruptor do pisca-alerta é transferido para a coluna de direção e é adotada uma chave única para portas, capô do motor e ignição. Em 1979, há uma alteração no modelo e as lanternas traseiras passam a ser maiores, e passam a ser chamadas "Fafá", em alusão aos grandes seios da cantora Fafá de Belém.



Em 1982 é lançado o Fusca 1300 com motor a álcool.
Em 1983, a empresa resolveu rebatizar o modelo no Brasil, adotando o nome que se tornara popular, Fusca. Até então o automóvel era oficialmente denominado VW Sedan nos registros dos Detrans.

A Volkswagen desistiu de fabricá-lo em 1986, alegando que era um modelo muito obsoleto, apesar do carrinho ser o 2o carro mais vendido daquela época, atrás apenas do Chevrolet Monza e de ter fôlego o suficiente para permanecer mais uns bons anos no mercado. O real fato é que a Volkswagen queria abrir espaço para a Família BX, composta por Gol, Parati e Voyage.

Em 1993, por sugestão do então presidente Itamar Franco a empresa voltou a fabricar o modelo. Itamar queria a fabricação de carros populares, e sugeriu que o Brasil precisava de um carro como o Fusca. Foi aprovada, então a Lei do carro popular, que previa isenções e diminuições de impostos para os carros com motor 1.0, e o Fusca e o Chevrolet Chevette L, embora tivessem motores de 1.6l, acabaram por serem incluídos na lista também.

E assim, o Fusca voltou a ser fabricado no período de 1993 a 1996, a VW não pode negar uma coisa... vendas, pois o velhinho vendeu bem, embora ainda assim estivesse longe da meta esperada pela Volkswagen, a principal razão para que o Fusca não vendesse tão bem se deve ao fato de seu acabamento espartano demais diante dos concorrentes surgidos em meados da década de 90, como o Fiat Uno Mille e Chevrolet Corsa de primeira geração, que tinham preços muito próximos do velho Besouro, porém, com acabamento e equipamentos bem melhores que os do Fusca.

A empresa deixou de produzir novamente o carro em 1996, com uma série especial denominada Série Ouro. No período entre 1993 a 1996, foram produzidos cerca de 40.000 Fuscas apenas. Até hoje, o Fusca permanece com um dos carros usados de maior venda no mercado nacional.

Tipos de Sedan


Três volumes :
Uma carroceria três volumes, ou notchback, é uma carroceria sedan típica, com três compartimentos separados e claramente distintos quando visto pela sua lateral. O teto é em uma única peça, geralmente paralelo ao chão, com a janela traseira em um ângulo agudo com o teto, e com a tampa do volume traseiro também muitas vezes paralela ao chão. Historicamente é um formato popular para os automóveis de passeio.

Dois volumes e meio
Uma carroceria dois volumes e meio, ou fastback, é uma carroceria sedan onde o teto "desce" até o porta-malas, sem que a tampa inclua a janela traseira (diferenciando-o do hatchback, por exemplo). A terminologia utilizada em campanhas publicitárias podem induzir ao erro nas classificações das carrocerias.

Por exemplo, a DaimlerChrysler denomina o Mercedes-Benz CLS-Class, que é um sedan fastback, como um cupê quatro portas, por causa do reduzido espaço para passageiros no banco traseiro (um espaço reduzido) mas ainda utilizável por adultos.

Alguns sedans (sobretudo alguns mais recentes) chegam quase a ser versões de "um volume", onde a linha do teto se funde também com a do capô, o Honda Civic quatro portas de 2006 é um bom exemplo. Este desenho é muito popular por suas vantagens aerodinâmicas. Os fabricantes não podem mais se dar ao luxo de sacrificar o consumo de combustível em nome do estilo de um três volumes tradicional, e logo muitos dos carros modernos possuem o traçado suave dos dois volumes e meio.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Amplificadores


A escolha do módulo ideal para cada componente, a instalação correta e a utilização de produtos de qualidade são essenciais para evitar o superaquecimento dos equipamentos e garantir a integridade do sistema.

Amplificador aquece. Isso é fato! Uns mais, outros menos, mas se houver superaquecimento, aí, sim, algo vai mal. A função dos módulos é deixar mais forte o sinal de áudio recebido da unidade principal, antes de enviá-los aos alto-falantes. Esta tarefa é realizada pelos transistores responsáveis pelo aquecimento do componente.

“Escolher o amplificador de acordo com a dimensão do sistema de som, quantidade e potência dos falantes, e com a alimentação (bateria que será utilizada), é o primeiro passo para evitar problemas. Se mantiver somente a bateria original do carro o projeto deve ter falantes mais leves, até 500W RMS no total, em um modulo proporcional a este sistema (potência 25% maior), para que haja energia suficiente para supri-lo e o conjunto toque sem distorções”, explica lázaro Lopes, da Heavy Sound, em São Paulo (SP).

É importante sempre utilizar amplificadores de marcas renomadas, que indiquem a potência real de seus equipamentos, assim como a THD (Distorção Total Harmônica) e o consumo de energia, além de oferecerem garantia e assistência técnica. “A idéia de que quanto maior amplificador, mais potência ele tem, é equivocada. Na pratica, você pode ter um modulo gigantesco com a mesma potência de outro com a metade do seu tamanho. Assim, certamente o menor é o mais eficiente, por produzir menos calor. Se não produz muito calor, consome menos energia (bateria) e apresenta menos distorção”, afirma Thelly Leandrini, da paulistana Leandrini.

De acordo com o especialista, o amplificador pode superaquecer quando: é instalado em local sem ventilação e com a tampa de acabamento (dissipador de calor) para baixo; falta energia para alimentá-lo (bateria descarregada ou instalação inadequada); a impedância dos alto-falantes é menor do que a recomendada pelo fabricante do amplificador (usar falante de 2Ohms quando se pede o mínimo de 4 Ohms, por exemplo); ou ganho e cortes de freqüência regulados inadequadamente (pode haver sobrecarga).

Fios e cabos também são itens essenciais para manter a integridade do sistema. O conjunto deve ser conectado com cabos de boa qualidade e com bitolas apropriadas.

“Geralmente, os bons amplificadores têm proteções térmica, contra baixa impedância e curto-circuito. Se esses dispositivos forem muito exigidos, podem falhar e os danos causados podem ser irreparáveis, tanto no amplificador quanto nos alto-falantes”, destaca Thelly. Uma dica: se você tem um subwoofer de 500W RMS, por exemplo, opte por um módulo com, pelo menos, 25% a mais de potência – 625W RMS. Dessa forma, o ampli trabalha sem saturar.

Em dias quentes, a carcaça do amplificador pode atingir 50ºC, mesmo quando desligado. Ao ligar o som, o equipamento produz mais calor e, se tiver proteção contra altas temperaturas, vai desligar e só volta a funcionar quando a temperatura cair. Se não tiver esta proteção, ele vai tocar até “derreter”.

Para ter um som com boa qualidade, Thelly recomenda, ainda, adotar sempre a mesma marca de equipamentos, caso o sistema necessite de mais de um componente. “Isso evita diferenças de linearidade do som, ou seja, diferenças na resposta de freqüência aplicadas em diferentes níveis de volume. A música devera tocar com a mesma qualidade do volume mínimo ao Maximo.“No caso de amplis estéreos, outra medida é adotar controles de ganho e crossover independentes para cada par de canal.

Portanto, para garantir todos esses procedimentos, antes de montar o sistema de som do seu carro, consulte um profissional especializado. Assim, evitará a sua “cabeça quente”.


Fonte: Revista Fullpower

Caixa Acústica


Criada para acomodar subwoofers com potências distintas, a caixa acústica palhetada promete aproveitar toda a eficiência do falante. Será mesmo que ela tem esse poder milagroso ?

Músico com o ouvido apurado, o paulistano Nelson Silveira Junior sempre foi exigente com relação à qualidade do sistema sonoro, inclusive quando o assunto era o som automotivo. De acordo com ele, o principal obstáculo para ter uma sonorização forte e com alta qualidade – especialmente para os graves – era ficar “preso” aos profissionais da área, para o desenvolvimento de um projeto sob medida. Geralmente estes trabalhos levam dias para serem executados e o investimento é alto.

“Cada tipo de sub, de acordo com sua potência, exige um tamanho de caixa acústica específico para trabalhar. Então, quanto maior a potência, maior deve ser a litragem ou volume da caixa para extrair o máximo desempenho do equipamento. Estas caixas normalmente são feitas sob medida, também levando em conta o porta-malas onde será instalada. Se você troca o sub ou o carro, precisa fazer uma nova caixa”, explica Nelson.

O músico reuniu, então, um grupo de amigos, engenheiros acústicos, para criar uma caixa que acomodasse falantes com vários níveis de potência e pudesse ser colocada em todos os veículos. Após cinco anos de estudos, surgiu a caixa acústica palhetada, patenteada em 2006 pela Nelsom, empresa dirigida pelo músico.

Este produto consiste em uma câmara para acomodação do sub, uma “parede” formada por palhetas e uma segunda câmara atrás das palhetas, além de dutos com saídas na parte frontal da caixa. “O diferencial é que se ajusta a qualquer falante e evita distorções. O ar deslocado pelas ondas sonoras passa pelas palhetas e, da segunda câmara, é enviado para fora pelos dutos. A inclinação da tampa traseira garante que a freqüência seja direcionada aos dutos”, explica Nelson.

Segundo ele, a diferença entre essas caixas é a largura da palheta e a espessura da madeira utilizada nesta “parede”, dependendo da potência do falante. Ou seja, quanto maior a potência, mais espessa será a madeira e maiores serão as palhetas. “Entre as vantagens, este sistema evita reverberação, pois a freqüência passa para a segunda câmara e não volta de encontro ao falante. Além disso, câmara e palhetas têm a função de adequar a caixa às especificações do sub”, garante o músico. Desvantagem: não é personalizada para veículo algum, deve-se fazer alguma “amarração” no porta malas para não ficar solta e rouba um belo espaço do compartimento, no caso da caixa dupla.

As caixas palhetadas são encontradas para subs de 8”, 10”, 12” e 15”, com espaço para um ou dois falantes, em lojas especializadas em som e eletrônica. Os preços variam devido à inclusão do serviço de instalação, mas a meia fica em R$ 150. É o fast-food das caixas dutadas: vai um grave rapidinho ou um projeto exclusivo, com calma ?!


(Fonte: Revista Fullpower)

Carros de Drift


Os carros utilizados em drift são consideravelmente leves.

No Japão os carros mais usados são :
- Nissan Silvia/180SX
- Toyota AE86
- Mazda RX-7
- Nissan Cefiro (versão com tração traseira)
- Nissan Laurel
- Nissan Skyline (com tração traseira)
- Nissan Fairlady Z
- Toyota Altezza
- Toyota Soarer
- Honda S2000
- Mazda Miata.

Já a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alto desempenho tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO.

Os drifters em outros paises geralmente usam seus carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tração dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tração nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4x4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes.

No D1 e em outras competições profissionais não são permitidos carros AWD.
Porém, carros como o Impreza e o Lancer podem ser convertidos para RWD para poderem competir nesses torneios.
(FONTE:http://www.carrosderua.com.br/web/infoetecnica/74/Carros_de_Drift)

Hora do UpGrade ( Embreagem )


Muito se fala da embreagem...

E nesse muito estou incluindo a famosa "troca de marcha sem embreagem", realmente é algo que pode ser feito, mas uma coisa é certa, quem já teve que fazer isso por problemas, certamente não quer de jeito nenhum re-passar por essa situação. É algo bem ruim, trocar as marchas no tempo certo, sair dando tranco, e pra frear o carro então, nossa não sei qual é a pior parte disso.

Pois bem, para quem não sabe ainda, o kit de embreagem é basicamente composto por :

- Platô
- Disco
- Rolamento

Sua principal função é controlar a transmissão do torque para o câmbio, isso através do atrito gerado entre o volante do motor e o disco de embreagem. O elo entre o motor e a transmissão da potência, torque para o chão está na embreagem. Não tem como colocar toda a potência do seu motor no chão sem uma embreagem que transmita essa força.

Não podemos negar que cada carro tem um tipo certo de embreagem, e no caso dos turbos, o upgrade de embreagem é praticamente obrigatório, isso claro que pode variar de acordo com a potência nova do carro, e principalmente do dono, pois muito saem colocando embreagem de cerâmica mas esquecem do pior hábito que existe, deixar o pé descansando em cima do pedal da embreagem, e nesse caso ela acaba indo embora mais rápida do que a original, e o prejuízo acaba sendo maior.

A hora de trocar a sua embreagem, principalmente nos motores fortes, é quando você acelera forte, o giro sobe rápido, porém a potência não vem no chão, isso é o que costumamos chamar de "Embreagem Patinando".

Agora vem o lado bom, nem sempre trocar a embreagem é a melhor solução para ser feita, muitas vezes o problema pode ser resolvido apenas com uma elevação de carga do até, ou até mesmo alguns sistemas novos que são usados em motores de competição.

Não podemos esquecer de mencionar que a embreagem de cerâmica acaba sendo mais dura que a original, isso no disco com 4 pastilhas, no de 6 pastilhas a força que usamos para pisar na embreagem acaba sendo maior ainda, e a musculação acaba sendo obrigatório, e claro que o uso do dia a dia para esse tipo de embreagem acaba sendo totalmente inviável.

DICAS PARA CONSERVAR A SUA EMBREAGEM

- Não repouse o pé sobre o pedal da embreagem

- Não queime a embreagem.

- Use sempre o conjunto todo de um único fabricante ( caso isso não aconteça podem acontecer pequenas variações de dimensões entre os equipamentos )

- Muito cuidado ao elevar a carga de sistemas com acionamento hidráulico

- Ao trocar a embreagem, faço tudo, trocando inclusive o rolamento

- Evite trancos, faça até treinos para acabar se acostumando com a troca

- Faça a troca da embreagem para o SEU gosto, e não para o conselho do seu amigo.
(Fonte:http://www.carrosderua.com.br/web/infoetecnica/87/Junta_do_Cabecote)

sábado, 31 de outubro de 2009

Significado da Palavra TUNING


Tuning (expressão inglesa traduzida como afinação ou optimização) ou car tuning (afinação de carros) é um passatempo que consiste em alterar as características de facto de um automóvel a um nível de personalização extrema. No contexto costuma-se imprimir no automóvel um pouco da personalidade do seu dono; está sendo muito usado para agregar valor desportivo aos carros, tornando-se assim, a arte de dar ao carro mais performance, mais segurança, mais beleza, tornando-o diferente e único. O tuning é aplicável a praticamente todos os componentes de um carro: rodas, pneus, suspensão, alterações no motor, interior, carroçaria, tubos de escape, áudio. Há quem gaste um valor acima do próprio preço do carro com peças e acessórios, como pára-choques, asas, saias, neon, sistemas de NO² (óxido nitroso), etc. Todos estes componentes podem ser revistos de forma a terem um comportamento superior ou um aspecto que torne um carro "de série" em algo exclusivo e único.
Mas o tuning não deve apenas tornar o carro mais bonito. As alterações feitas, para além de ter preocupações estéticas, devem acrescentar características ao carro de forma a torná-lo mais potente, não desprezando a segurança e o comportamento do carro, sendo estas as características principais a conseguir. Normalmente estas alterações inspiram-se na competição, tendo os campeonatos de
Super Turismo Europeu, contribuindo significativamente para a disseminação do Tuning em nível mundial. Lançado em 2001, o filme "Velozes e Furiosos", desencadeou essa tendência pelo mundo inteiro.
NNTuning: Definição de condutor de grande qualidade, capaz de obter excelentes performances na sua condução.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A Junta Do Cabeçote


A junta da cabeça, junta do cabeçote ou junta da "culassa" situa-se entre o bloco dos cilindros do motor e a respectiva cabeça.
Tem como finalidade assegurar a "estanticidade" de cada uma das câmaras de combustão, bem como a continuidade dos circuitos de água de refrigeração do motor e dos circuitos de passagem do óleo lubrificante do motor.
O material da junta tem que estar em condições de impedir a penetração da mistura gasosa, da água ou do óleo nos circuitos adjacentes. Tem que possuir uma elevada resistência térmica (temperatura de centenas de graus), química (presença de óleo, mistura gasosa, água) e mecânica (pressão de aperto e movimentação das bielas).
A junta possui orifícios para assegurar a continuidade dos vários circuitos que atravessam o motor do automóvel, bem como para a passagem dos parafusos de fixação da cabeça ao bloco do motor, chamados parafusos prisioneiros.
As juntas mais antigas eram constituídas por papel grosso juntado com óleo grafitado, sendo depois substituídas por outras com duas folhas de cobre possuindo no seu interior amianto. Com a proibição do uso do amianto na Europa e em muitos países do mundo, essas juntas estão em fase de desaparecimento.
Mas as juntas atuais são geralmente feitas de cobre ou de múltiplas folhas de aço (em inglês Multiple Layers Steel ou MLS).
Problemas mecânicos nos motores, nomeadamente no sistema de lubrificação, podem provocar a deterioração das juntas. Uma avaria em uma junta pode provocar problemas de perda de potência do motor ou, quando fica degradado o isolamento, a ligação entre circuitos de óleo, água ou gases de admissão ou escape do motor podendo levar a graves problemas no motor.
A diminuição da relação de compressão do motor ou a redução da pressão do circuito de arrefecimento são indícios de problemas com a junta da cabeça.

Instalando o Kit Nitro


A instalação do kit varia conforme o modelo a ser instalado.
A escolha do kit na verdade, vai variar de acordo com a potência que você quer que seja adicionada, e claro que no modelo do veiculo a ser instalado.
A potência mínima dos giclês originais é cerca de 25 a 30cv, mas está pode ser regulada tanto para menos quanto para mais. Inclusive hoje em dia alguns giclês de kit nitro já estão vindo com apenas 15cv, mas claro que isso não dá para notar uma melhora significativa de potência, para começar a notar realmente a melhora do motor, é apartir de 30cv.
Porém, já vamos deixar claro desde cedo, que para que o motor não quebre, é fundamental que ele esteja em bom estado e que use a injeção de nitro na medida correta, por isso leia o manual que acompanha o kit, lá tem uma tabela de aplicação.
Num motor original, a medida máxima de nitro que se pode usar é 40% da potência do motor original. Mais que isso, estará sujeitando o motor a quebras.
As modificações no motor se tornam necessárias na medida em que se quer mais potência. Quanto maior potência jogada no motor, mais alterações serão feitas para tentar garantir a "mesma" durabilidade do motor original. É raro que alguém que queira uma super preparação fique somente com o nitro. Geralmente o nitro é apenas um ganho extra, a maioria das pessoas ou já tem turbo, e quer ter uma arrancada mais forte com o uso do nitro, ou tem um aspro forte e quer apenas "extra mile" para dar um empurrão final. Mas claro que tem as pessoas que tem apenas o carro original e usam o nitro para ultrapassagem em estradas, apenas como forma de garantia de ter 40% a mais de potência nesses momentos.
Os Kits podem ser usados ou novos.Apesar de serem mais em conta, os kits usados devem ser de qualidade, com isso evita-se incômodos com o tempo de uso. É sempre bom comprar um kit usado de pessoas que confie, ou de lojas que tenham uma certa credibilidade no mercado. Já cansamos de ver casos de pessoas que compraram kit nitro via mercado livre, e quando foi feita a instalação o motor acabou explodindo, devido a solenóide que acabou travando.
Ao instalar o kit nitro, conheça bem as oficinas, preparadores ou mecânicos e os carros com kit nitro que ela já tenha montado.
O sistema de óxido nitroso também tem a vantagem de que com ele acionado a queima é muito boa e o risco de pré-detonação é quase inexistente.
Geralmente, o kit nitro é composto por manômetros do nitro, solenóides de combustível e nitro, mangueira metálica para conduzir o gás, cilindro, o bico (fogger), botões de acionamento, giclê e mais alguns itens para prender a garrafa, etc.
As solenóides são como "torneiras" elétricas que se abrem com o apertar de um botão e deixam o combustível e o nitro irem para o fogger, onde eles são misturados e são injetados no motor.
Para o acionamento do nitro são sistemas mais usados:
- Pode ser instalado um botão na alavanca de marcha (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado um volante que possui um ou dois botões (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado no final do curso do acelerador um botão (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado um botão em qualquer lugar do carro (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
Essas são as idéias mais usadas, é claro que daí pra frente, você pode deixar fluir a sua criatividade.
Nos 4 casos o botão de segurança pode ser do tipo:
- Aircraft com proteção vermelha escrita em branco nitro.
- Chave elétrica com capa de proteção.
- Chave on/off
- Chave do Nitro.
Na verdade o Kit pode ser montado pelo proprietário do carro, isso claro, varia de acordo com o grau de instrução que ele tenha, e de acordo com seu motor.
Nos motores de arrancada dependendo das características do motor (ex: motor com pistões, bielas, virabrequim forjados, bloco usinado) se usa muito nitro e é despejada muita potência, coisa que num motor "normal" iria provocar a destruição de seus componentes em poucos segundos de utilização.
O nitro pode ser usado em qualquer carro, então você acaba tendo a vantagem de trocar de carro e reinstalar o kit no carro novo. O único acerto a ser feito seria a substituição dos giclês (jets) por outros para o acerto de mistura óxido nitroso+combustível.
Agora que você já sabe mais da instalação do kit nitro, vamos apenas por curiosidade, dizer que o nitro é quimicamente composto por dois atomos de Nitrogênio (N) e por um de oxigênio (O). O nitrogênio tem propriedade congelante, e o oxigênio é um comburente. Essa mistura é realmente uma maravilha para o motor: O oxigênio melhora a queima e o nitrogênio esfria, o volume de ar diminui e o ganho de potência é ótimo.
Mas não podemos dizer que tudo é uma maravilha no kit nitro, infelizmente ele tem uma SUPER desvantagem, que é a carga do cilindro, e claro que dependendo da potência, mais nitro é usado, menos tempo você tem de cilindro cheio, por isso alguns acabam usando duas garrafas no carro, para evitar que a diversão acabe sempre.